sexta-feira, 12 de julho de 2019

A humanidade e eu.




Os filósofos e os religiosos se debruçam, a milênios, sobre questões do tipo “quem sou”, “de onde vim”, “para onde vou”.

(Os mineiros resumem essas questões em "
quemcosô", "proncovô" e "oncotô")

Douglas Adams, escritor, responsável por alguns dos meus “livros de cabeceira”, entende que a resposta para o Universo, a Vida e Tudo o Mais, é 42.
(Iniciados entenderão...)


Eu, MCeQIL, agnóstico e cínico que sou, entendo que nós, humanidade, estamos aqui por pura sorte.

E continuamos existindo por sorte ainda maior.

Pense.
O gênero “homo” (homo habilis, homo erectus, homo heidelbergensis, homo neanderthalensis, homo sapiens, homo sapiens sapiens, entre outros) já enfrentou umas duas “eras do gelo”, alguns períodos de “aquecimento global”, um enorme número de guerras, fome, pestes, doenças e – PASMEM – não só continuamos aqui, como a população continua crescendo!!!

É muita sorte!!!

Mas, não aprendemos nada.

A Su acha um absurdo (e nisso eu discordo dela) gastar dinheiro com a “exploração espacial”, enquanto tem um monte de coisas para serem resolvidas aqui.
Eu acho que temos (a humanidade tem...) que ter um meio de fugir deste nosso planetinha azul tão logo seja possível.
O bicho vai pegar por aqui.

Tá, concedo: a humanidade não é totalmente idiota e já fez um monte de coisas boas.
Temos bons músicos (mas temos péssimos músicos em número maior), bons pintores (o raciocínio dos músicos vale aqui também...), bons escritores (o mesmo...), temos boas comidas (...) etc., etc., etc.


Mas, tudo isso, só para contar uma situação que vivi agora de manhã.

Fui abastecer o carro em um posto de gasolina, perto de casa, onde vou há anos.
Parei o “possante” ao lado da bomba e um dos frentistas veio correndo.
Informou que não dava para abastecer.
Estavam sem luz.

Como tudo em volta tinha luz, fiz cara de pasmado.
O cara explicou: “Pegou fogo na ‘caixa’!”.

Não sei que “caixa” era essa.
Mas pegou fogo.


No 
POSTO DE GASOLINA.


Tenho que perguntar: temos ou não sorte de continuarmos por aqui?

quarta-feira, 19 de junho de 2019

A "manta" e o "ralo" (não parece nome de novela das 6?).





ATENÇÃO: 
ESTE POST CONTÉM SPOILER.


Mas eu não estou nem aí.

Vocês assistiram a série “Chernobyl”?
Eu vi na HBO. Não sei se tem em algum outro lugar.
Na verdade é uma minissérie: são alguns poucos episódios que contam a historia do desastre em Chernobyl.

Para quem não sabe (alguém não sabe...?), um belo dia, a usina nuclear que existia naquele local, fez “bum”.
A série conta a história, a partir da visão das pessoas que trabalharam no acidente e, somente no último capitulo, explica porque tudo aconteceu.
Foi o maior trabalho, pros cientistas russos, entenderam porque deu “M”.
Não vou contar mais.

Mas estou só falando da série, por causa de um “ralo”.
Um "ralo" de banheiro.
Um "ralo" de banheiro AQUI EM CASA.

Que virou a minha Chernobyl particular.

Acontece que, há uns meses, cerca de um ano, o vizinho de baixo reclamou de um vazamento no banheiro dele.

Fuça que fuça, chamei uma empresa que, cobrou uma baba e atestou que o vazamento não era nos canos do apartamento ou do prédio.

Chama outro “especialista”, que “concluiu” que o problema era “a manta”.

Para quem não sabe (e eu não sabia...) existe uma tal de “manta”, que impede que a água do seu banho vaze para o apê debaixo do seu.
Mas, como meu prédio é antigo, não tinha a tal “manta” no banheiro.
Toca, então, a quebrar o piso, colocar a “manta” e refazer o piso.

SUCESSO!!!

O vazamento parou.

Parou, até uns dois meses atrás.
Reclama o vizinho. 
De novo.

Chama a empresa que fez a “M” de serviço com a tal de “manta”. 
Mas o cara sumiu. 
Certamente, para minha sádica alegria, afogado em alguma “manta” ou sugado por algum "ralo".

Vem um, vem outro, não vem ninguém quando devia vir e tome encheção de saco.

Bom, hoje um cara veio, quebrou o teto de gesso do vizinho, colocou um “ralo” e mandou usar o meu banheiro, que estava “interditado” há um mês.
Segundo o “especialista”, a coisa aconteceu por que... (e deu uma loooooonnngaaaa explicação que eu não entendi, mas me pareceu totalmente furada).

Bom, pelo próximo feriadão, não iremos viajar para – PASMEM – usar o banheiro, para ver se a gambiarra feita resolveu o vazamento.
(Tá, é mentira. Não vamos viajar porque não vamos mesmo.)

Se não parar de vazar, quebra o banheiro novamente.

Afinal, ninguém tem mais nada para fazer. 
Melhor ficar olhando, vigiando, admirando, curtindo, apreciando, embasbacado e boquiaberto o “especialista”, o "gesso", a “manta” e o “ralo”.

Assim, espero o último capítulo da minha "Chernobyl", quando tudo será explicado.

MCeQIL, cuidado: acredito que o mundo acabará em “manta”.

Ou em “ralo”.

segunda-feira, 27 de maio de 2019

O que calçar?





No sábado, fui a um show.
Do Skank.
Além da Su, do Mateus, da Marina, foram a Regina, o Ismar, a Carol, a Célia e o Oswaldo.

Como costuma acontecer, fui vestido da forma mais confortável possível: calça jeans, camiseta, uma jaqueta de lã (estava frio) e um tênis preto de cano alto.

A Regina, minha irmã (a Célia também é minha irmã... aliás, são gêmeas...), olhou para mim e disse algo como: “Que bonitinho!!! Não está de tênis branco!!! Está de ‘SAPATÊNIS’!!!".

Por partes.

Minha vida, até pouco tempo, se dividia em usar terno, gravata e sapato preto social ou vestir qualquer outra coisa e tênis. Em geral, branco.

Em casa, até uso chinelo.
Não aquela coisa horrorosa de “Havaianas” ou o suprassumo do horror que é o tal de “Crocs”.
Uso um chinelo “véio”, de couro (que já está merecendo outro).

Mas, “fora de casa”, ou era sapato ou tênis.

Algumas variações: bota “social” (se precisava estar de terno e estava muito frio, algo que faz anos que não mais acontece), bota “forrada” (para usar em Campos do Jordão ou em viagens a lugares frios), bota de “sola grossa”, pra andar de jipe.

Tenho, ainda, um “calçado” (não sei como classificar, se “tênis” ou “sapato”) próprio para dirigir, que uso quando faço viagens mais longas, de carro.
Tenho, ainda, um tênis “para água” (é o da foto acima), que uso exclusivamente nas pescarias.

Mas as exceções ao tênis e ao sapato são exatamente isso: exceções.

Pois bem.

Em primeiro lugar, não consigo entender o conceito de alguma coisa que se chame “sapatênis”.
Cacilda, ou é SAPATO ou é TÊNIS.

O que seria um “sapatênis”?
Algo na “forma” de um sapato, mas feito de lona e com sola de borracha?
Ou, ao contrário, algo na forma de tênis, com sola de couro, lisa?

Dê um Google em "sapatênis".
O que aparece, são TÊNIS que não servem para a prática de NENHUM tipo de esporte ou algo absolutamente abominável chamado “mocassim sapatênis”!!!

A Su tem a mania de querer me dar um tal de “mocassim” para eu usar – PASMEM – com bermudas!!!

MCeQIL: nada mais “gringo” que alguém de bermuda e mocassim!
Pior só se estiver, também, com camisa social, fechada até o pescoço, enfiada na bermuda!

De toda forma, “sapatênis” e “mocassim” são calçados abomináveis.

Tênis (brancos ou pretos, cano curto ou cano alto, próprios para água ou para dirigir) são ótimos e perfeitamente aceitáveis em quase qualquer situação.

Quando a situação não permite, sapatos “sociais”, com ou sem cadarço. E eu só os uso na cor preta, por preferência pessoal.

Enfim: 


REGINA, EU ESTAVA DE TÊNIS, PRETO, CANO ALTO.

NUNCA USARIA ALGO CHAMADO “SAPATÊNIS”.



(Ô falta de ter o que fazer, não?
Escrever um texto sobre “sapatênis”...
Credo...)

sábado, 25 de maio de 2019

"Mágico!




Que coisa maluca!!!!

Fotografo desde que me conheço por gente.
Há uns 30 anos, comecei a fazer isso mais “seriamente”.
Comprei câmera, depois comprei uma câmera melhor, fiz um monte de cursos e, em um determinado momento, cheguei a ter um laboratório de revelação e ampliação em casa!

Pra quem não sabe, a revelação/ampliação em preto e branco é totalmente manual.
Você revela o filme no escuro, manipulando líquidos, cubas, espiral de metal...

Na boa?
É um processo meio “alquímico”, meio mágico.
No fim das contas, você coloca um papel branco sob a luz do ampliador, depois coloca aquele papel branco em uma “aguinha” e, de repente, uma imagem aparece!!!

(Tenho meu ampliador até hoje.
Deve estar todo cheio de fungos, sujo, empoeirado... mas não consegui me desfazer dele.
O nome do aparelho? Durst MÁGICO!!!)

É muito louco!!!

Claro que, hoje em dia, com a fotografia digital, não tem mais sentido em se continuar fotografando com filme, revelando e ampliando fotos.

Fazemos tudo no computador.

Mas estou falando tudo isso, porque estou assistindo a um episódio do programa “Arte na Fotografia”, do canal Arte1.
E colocaram os fotógrafos, uma molecada (no bom sentido) em um laboratório de fotografia analógica. 
Eles nunca tinham visto como era a fotografia “do passado”.

A palavra que mais ouvi dos meninos foi: “MÁGICO”.

Estou longe de ser um fotógrafo famoso, cujas opiniões mereçam serem citadas e levadas muito a sério.

Mas, se alguém me ouvir (Oi? Tem alguém aí...?) uma sugestão para os fotógrafos digitais de hoje: ao menos uma vez na vida, fotografem com filme e entrem no laboratório de revelação/ampliação analógico.

Não irão se arrepender.


É mágico.

sexta-feira, 5 de abril de 2019

"...No meu tempo..."


Acredito que ficar velho, não seja só um imperativo biológico.
Existem outras razões para ficarmos velhos.

Ora, vi, na internet, outro dia, uma frase mais ou menos assim: “quando ficamos velhos e já temos a experiencia, começamos a esquecer...”.
Piada verdadeira.

Outra coisa que acontece, é que sempre achamos que, “no meu tempo” as coisas eram melhores. Mesmo que seja difícil explicar quando foi o tal do “meu tempo”.

E, obviamente, nem tudo era melhor.
Fiquei radiante, quando criança, quando meu pai comprou uma tv de 20 polegadas.
Era o máximo.

Hoje, tenho na sala de casa uma TV que deve ser pelo menos o dobro disso.

Enfim.

Mas o que tá pegando é o seguinte: estudei na “Escola Estadual de Primeiro Grau Vila Progresso”.
Fiz o ginásio lá.
Não sei como se chama isso hoje. Acho que é “primeiro grau”.

Naquela época, ia pra escola a pé ou de carona com o Seu Bubi, pai de um grande amigo, que também estudava lá.
Eu, minhas irmãs, dois amigos e a irmã de um deles, se não esqueci ninguém.
Voltávamos a pé, fazendo uma tremenda bagunça pela rua.

Na escola, nunca fui “aluno nota 10”.
Era um “nota 7”, que era a média pra passar de ano sem recuperação.
E olhe lá.

E tínhamos uma diretora (cujo nome não lembro, mas se lembrasse não iria falar) que era um TERROR    !!!

(ACABEI DE LEMBRA O NOME!!! 
COISA DE VELHO. 
MAS NÃO VOU CONTAR.)


Ninguém (ou quase ninguém) saia da linha com medo da mulher.

E foi isso.
Sai do “Vila Progresso”, fui para o “Conselheiro”, fiz o colegial lá, passei na faculdade e a vida seguiu.

Tudo isso para dizer que, ontem, na escola “Frederico de Barros Brotero”, o diretor chamou a Polícia Militar, porque uns estudantes estavam fazendo uma “manifestação” e ele estava com medo de ataques a sua “integridade física”.

Os PMs, creio (não sou especialista em trabalho policial), pisaram na bola, quando afastaram uma estudante com o cano de uma escopeta!

Os estudantes “manifestavam” contra as condições da escola, que teria goteiras ou coisa no estilo, além de serem proibidos de entrar na escola após as 19 hrs.

Ou algo assim.

Sinceramente?


Todo mundo errado.

Estudante tem que reivindicar, junto a direção da escola, pelos meios possíveis, de forma educada e cortês.
Manifestação” não é um desses meios.

Diretor tem que ouvir as reivindicações, com respeito e atenção e, na medida do possível, resolver os problemas.

Estudante não tem que ameaçar a “integridade física” do Diretor ou de quem quer que seja.

Diretor não tem que chamar a PM para ESTUDANTES.

E a PM não tem que afastar estudantes a poder de escopetas.
Mesmo quando não atira neles.





A escola “FREDERICO DE BARROS BROTERO” é a minha velha “VILA PROGRESSO”.




terça-feira, 12 de março de 2019

TREZE DE MARÇO DE 2019.

(Foto feita quando de uma homenagem do MP para o meu pai.)



Amanhã, dia 13/03/2019, completo 32 anos de Ministério Público do Estado de São Paulo.

” – perguntarão alguns – “e porque não deixou pra postar este texto amanhã?

É que hoje entrei, pela última vez, no prédio do Ministério Público do Estado de São Paulo, como Procurador de Justiça: estou me aposentando.

Gente, é muito tempo.
São 32 anos no MP, mais 7 de iniciativa privada.
Cansei.


Saio com a cabeça erguida, com a consciência tranquila de ter dado o meu melhor na defesa dos interesses da Sociedade Paulista.

Meu pai era Promotor de Justiça também.
Assim, posso dizer que, tudo que tive, tenho e terei, devo ao Ministério Público do Estado de São Paulo.

(Tudo bem que o MP também me proporcionou umas pancreatites, gastrites, dores de cabeça – literal e figurativamente – sou meio torto para o lado esquerdo, tenho dores nas juntas dos dedos de digitar... mas, tudo faz parte do “pacote”)

Adoro minha instituição.
Tenho um orgulho imenso de ter sido Promotor de Justiça e Procurador de Justiça.

Mas, deu.

As mudanças que vem ocorrendo no MP e na Justiça, estão cobrando seu preço.
Não consigo gostar e me acostumar com os tais “processos digitais”, audiências gravadas em CDs, duas horas e meia para remeter cada parecer ao TJ, mil e dois cliques no site do TJ para ver um processo.

Está na hora dos mais novos assumirem.

Aqueles que vivem “conectados” o tempo todo, que gostem do mundo digital.
Estamos cada vez mais próximos do futuro do filme/livro “Jogador n°1”, onde tudo que interessa ocorre no mundo virtual.
A Justiça, com seus processos digitais, seus depoimentos gravados, suas oitivas via “teleconferência”, está cada vez mais perto disso.
Para quem gosta, bom proveito.

(Isaac Asimov, lá pela década de 1940, já tinha criado um mundo, onde as pessoas só interagiam por "televisores".
Para "procriar", só em laboratório.
Chato, né?
Mas ainda chegaremos lá.
Infelizmente.)


Vivi três “fases” na carreira: comecei com a boa e velha máquina de escrever, passei para o computador e, agora, tive que conviver com o processo digital.
As duas primeiras foram tranquilas.
A terceira fase, foi muito dolorida.
Não me acostumei.

Deixo para quem gosta.

Aos amigos que fiz nestes últimos 32 anos, um imenso abraço.
Agradeço sua amizade, seu conhecimento, seus conselhos.

Aos funcionários que, durante todo este tempo deram o necessário suporte para que eu pudesse bem trabalhar, meu muito obrigado.

E vida que segue.











domingo, 27 de janeiro de 2019

A BOBAGEM NOSSA DE CADA DOMINGO...





Tá, estou "do avesso".
Mas realmente muita coisa precisa mudar.

Fui almoçar hoje em um restaurante que, se não é “chique”, está longe de ser “popular”.
Após me sentar, vi que, na minha frente, havia uma TV ligada. 

Na Globo.

A TV, por sorte, estava sem som, ligada em alguma coisa chamada “The voice kids”, ou algo parecido com isso.
Confesso, MCeQIL, que fiquei mesmerizado (bonito isso, né?) pelo que vi.
Uma sequencia de crianças-prodígios (imagino) apareciam na tela, falavam alguma coisa e iam, acredito, cantar.
Os meninos que vi, uns 2, crianças, apresentavam trejeitos afeminados.
De tempos em tempos, aparecia alguém, que o GC (“gerador de caracteres” – legal isso!!!) explicava ser “pai do fulano” ou da “fulana”, chorando convulsivamente.
E, de repente, figuras bizarras como Claudia Leite, Carlinhos Brow e duas outras totalmente desconhecidas para mim, sentados de costas para os pimpolhos-prodígios, viravam suas cadeiras e, sorrindo convulsivamente, abraçavam os pimpolhos que, surpreendentemente, não fugiam apavorados, como seria de se esperar.
Enfim, não faço ideia do que seja aquilo.
Mas é brutalmente ruim. 
Mesmo sem som.

Mas a pergunta que quero fazer é: porque os restaurantes, bares e lanchonetes insistem em manter uma TV ligada em algo bizarro como isso?
Mais.
Findo o tal programete, começou um filme. 

E a TV continuou ligada!!!

Gasto inútil de eletricidade, já que ninguém (a não ser eu...) estava olhando para aquilo.

Um outro restaurante que frequento, uma “lanchonete gourmet”, tem várias TVs ligadas no canal “OFF”, também sem som.
Pra quem nunca viu, esse canal passa “programas” sobre surf, skate, paraquedismo, escaladas e sei lá mais o que. 
Esportes radicais”, parece.
É uma bobagem.

Mas, admito, esse canal tem, pelo menos, belas imagens de natureza...
Como geralmente tem uma musiquinha ao vivo, dá pra ficar olhando pras imagens do mar e não tentar adivinhar o que algum bocó do canal está dizendo

Quando você vai a lanchonetes “modinha” no exterior, pelo menos tem uns vídeo-clips tocando.
A maioria muito ruim, quase sempre com “artistas” desconhecidos, com um som ensurdecedor, que não permite que ninguém converse.
Mas, pelo menos, tem a ver com o ambiente.

Em um outro restaurante, que já fechou, o dono só colocava vídeos e mais videos do ANDRÉ RIEU.
Pra quem não sabe, ele é um maestro holandês, que procura "popularizar" a chamada "música clássica", fazendo apresentações "engraçadinhas" de clássicos da música clássica.
No começo é até legal.
Mas enjoa.
Tanto que o restaurante fechou...


Mas a REDE GLOBO?
Não combina com nada.