domingo, 29 de janeiro de 2012

A "MARIAH" ACHA QUE SOU BABACA.




Rapaz, acabei de ser chamado de “babaca”...
Uma moça, mulher ou senhora (pelo menos assinou a mensagem como sendo “Mariah”...), não tendo gostado do meu post anterior, disse que eu era “babaca”.
E por ser eu “babaca”, não iria publicar a mensagem dela.

Confesso que, realmente, apaguei as mensagens tão logo li.
Mas, imediatamente me arrependi.
A “Mariah” tá certa.
Sou um “babaca”, quem diria...

Para tentar me redimir perante a "Mariah", estou escrevendo este post.

Na verdade, não entendi o porque do ataque gratuito da simpática “Mariah”.
Ela não gostou (eu acho...) do meu ponto de vista sobre eventual aumento de penas para “crimes” (“crime”, cara “Mariah”, é um conceito técnico) praticados contra cachorrinhos.
Sem dúvida é um direito dela.

Aliás, todos tem direito de defender seu ponto de vista.

Mariah”, quer, talvez, a instituição da “pena de morte” pros cachorricidas.
Eu, por mais que goste dos bichinhos, entendo que a pena deve ser proporcional ao crime.
Entendo que, se mandarmos para a cadeia os gaticidas, teríamos que aplicar, sei lá, a tortura para um homicida...?

Enfim, cara “Mariah”, parafraseando o que já disse alguém, não concordo com nada do que você pensa, mas defenderei, até a morte, o seu direito de pensar.
Mesmo sendo eu, um “babaca”.
Ou talvez,  justamente por causa disso...

Sabe “Mariah”, não falei o que falei “de orelhada”.
Minhas opiniões são fruto de ponderações, pensamentos, e anos de trabalho na área criminal.

Insisto que adoro bichos, em especial cães.
Nunca maltratei nenhum (ao menos de forma proposital) e nem pretendo fazê-lo.
Mas continuo achando um exagero a “cadeia” para quem praticar, por exemplo, "lesões porcorais” ...

Mariah”, tem o direito de não gostar do que eu falei.
Tem o direito de me achar um “babaca”.
Mas, querida, você tem também o direito de NÃO LER o que eu escrevo!
Olha que legal: deixe de ler meu blog. 
Não passe o link dele para ninguém. 
Delete o endereço dos seus “favoritos”.
Você, certamente, estará cuidando melhor de seu estomago, poupando-o de alguma úlcera!
Não seria legal?

Abraços, querida, e se quiser continuar a ler minhas “babaquices”, fique a vontade: ficarei muito feliz!


domingo, 22 de janeiro de 2012

CACHORRADA: TENTANDO DAR UMA PERSPECTIVA PRA COISA.



Quando eu era criança, tive o Mug, um pequinês lindo, marrom. Aliás, notaram que o pequinês quase não existe mais?
Depois, tive a Pureza, uma SRD (“Sem Raça Definida”, eufemismo para o bom e velho “vira-latas”) preta que sorria; o Clyde, filho da Pureza, branquinho e peludo; a Gabriela, uma filhote de boxer, que morreu envenenada depois de comer – pasmem - um sapo; o Fred e a Dany, um casal de collies lindos, que morreram de velhice.
O Winston, o buldogue inglês, ficou no apê por uns tempos, mas não deu muito certo. Foi pro sítio e, como ficou muito sozinho, acabou indo para a casa de um primo. Hoje, vive feliz no interior do Paraná.
E, no sítio, ainda tenho o Fred II, um belíssimo fila brasileiro.

Resumindo: adoro cães.
Tenho até um projeto em gestação de, se e quando eu conseguir me aposentar, montar um canil, para criar buldogues ingleses e boxers...
Juro que não quero ganhar dinheiro com isso.
Mas já pensou o que deve ser lindo uma ninhada de buldogues???

Mas, acho que cachorros são... CACHORROS.
Não acredito em cachorro usando roupinhas, sendo chamados de “filho”, dormindo na cama do dono, ganhando presentes no natal.
Cachorro, pra mim, deve ser tratado como cachorro: comer o que eu lhe der para comer, beber água, fazer cocô e obedecer minhas ordens.
Cachorro meu, não dorme na minha cama, não faz as necessidades fora do local indicado, não me morde e não me desobedece.
É, enfim, cachorro. E deve viver como tal.

Pois bem.
Hoje fui até o Masp. Gosto muito de garimpar as “antiguidades” da feirinha que tem lá todo domingo.
E, pra minha surpresa, tinha uma “passeata” por lá, atrapalhando o trânsito.
Ok, ok. Como era domingo, até que não atrapalhou muito.

Bom, os “passeantes” se reuniram para pedir punição maior para quem maltratar cães e outros bichos.
Gritavam coisa como “queremos justiça” e traziam cartazes pedindo “cadeia para quem maltrata animais”.

Nunca maltratei um cão.
Os meus, sempre foram bem tratados, receberam todo cuidado possível.
Uma vez atropelei um cão.
Mas juro que não foi de propósito.

Mas, caro e quase inexistente leitor, fazer uma “passeata” para pedir “cana” para dono malvado de bicho, parece-me um certo exagero!!!

Se colocarmos na cadeia quem maltratar um bicho, o que faremos com um homicida?!?!?
Ou com um estuprador?
Ou com um roubador?
A pena deve ser proporcional ao crime.

Enfim, precisamos olhar a coisa com isenção: não sou a favor de maltratar qualquer bicho, seja um cão, um gato, um cavalo ou outro animal qualquer.
Mas não concordo com cadeia para quem o faz.

Aliás, não sou sequer a favor de fazer uma “passeata” para pedir isso.
Acho que temos muitos problemas mais sérios que isso, que exigiriam mais atenção do povo honesto e cumpridor das leis.
Que tal fazer passeatas contra políticos corruptos?
Que tal fazer passeatas contra aqueles que maltratam crianças?
Que tal fazer passeatas pedindo clinicas para prestar tratamento rápido, gratuito e eficiente (se é que isso é possível...) para os consumidores de “crack”?

Que me desculpem os amantes radicais de cães.

Quer ser radical? Já dizia o “filósofo” EDUARDO DUSEK: “Troque seu cachorro por uma criança pobre!”.

E quando forem fazer uma passeata para, por exemplo, aumentar o tempo de cadeia para traficantes de drogas, aí podem me chamar.


sábado, 21 de janeiro de 2012

NOTÍCIAS INTERESSANTES DE IMPORTÂNCIA RELATIVA.



- Eu sei lá...
Acho que o mundo tá ficando cada vez mais maluco.
E tá acabando mesmo.
Olha só: tem gente que ainda assiste o tal do “BBB” e fica preocupado com “estupros” que possam ter acontecido naquela bobagem televisiva; tem capitão de navio que, pra “pegar” a loira, afunda o navio; e tem maluca que simula, imaginem só, gravidez de quádruplos...
Se o mundo acabar dia 21/12 deste ano, realmente não vai ser novidade...



- Já começou.
Mais uma vez somos submetidos a uma “overdose” de carnaval. E tome propaganda, e tome samba enredo, mulata de biquíni, exaltação à folia.
Tudo vira “alegria”, como se em 4 dias, todos os problemas do Brasilzinho e do mundo se acabassem.
E ninguém fala nada do viaduto que tá interditado, em Sampa, porque embaixo dele tinha um galpão de escola de samba que pegou fogo...
E pior.
Quando alguém fala alguma coisa, é pra “reivindicar” – pasmem – que se construa, com dinheiro público, a tal “cidade do samba”, que iria reunir os galpões de todas as escolas de samba em um mesmo lugar.
Construir escola (de verdade e não “de samba”) e hospital não seria mais importante?
Asfaltar rua?
Acabar com enchente?
Clínica para reabilitar os viciados da Cracolãndia?
Alguém perguntou a você, caro e quase inexistente leitor, se você quer uma “cidade do samba”?
Aliás: você GOSTA de carnaval?
Gosto da folga.
Mas não é a minha praia, “pular carnaval”.
(Ei, eu não tinha dito que iria parar de ranzinzar neste ano? Pois é...)



- E perderam a chance.
Anuncie, para amigos e colegas, a venda do meu jipe.
Não houve interessados.
OK.
Dei início a uma reforma no “Gasparzinho”.
Na primeira fase, parte mecânica.
Depois, funilaria e pintura.
E se agora alguém se interessar em comprar, vai ter que pagar o MEU PREÇO.
Fotos do bichinho REFORMADO, futuramente.
Por enquanto, o Gasparzinho no estado atual.


sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

"NO MEU TEMPO..." - SEGUNDA PARTE: A REVANCHE




Continuando o papo, outro sintoma de que estamos ficando “passados”, é a ranzinzice.
Sabe aquela coisa de ficar reclamando, não deixar o assunto morrer, e reclamar, reclamar, mas não fazer nada a respeito?
Pois é.

Fiquei com aquela história do sanduba do Bob´s na cabeça.
Ranzinzice.
Em outros tempos, quando não havia internet, provavelmente eu não teria feito nada.
Não ia perder meu tempo telefonando ou escrevendo uma carta.
Mas hoje é molezinha!
Entrei no site do Bob´s e despachei uma mensagem reclamando do tal sanduba.

Ok, ok...
Pode falar que isso é coisa de “velho-que-não-tem-o-que-fazer-e-fica-enchendo-o-saco-dos-outros”.
Eu até tenho o que fazer.
Aliás, tenho e faço muita coisa.
Mas mandei a mensagem a noite, depois de ter cumprido minhas obrigações, tá legal?

O certo é que hoje, acreditem ou não, recebi, primeiro, um e-mail do Bob´s.
Pediram mil desculpas e me aconselharam a, da próxima vez, reclamar na hora, se um sanduba não estive a contento.

Não bastasse, depois, recebi um telefonema (tive que fazer um cadastro no site, colocando inclusive meu telefone, para poder reclamar) do DONO do Bob´s (ou pelo menos o dono da loja do Shopping Internacional)!
O cara foi absurdamente educado, explicou que tinham trocado a máquina que tosta o pão mas, mesmo assim, nada justificaria um sanduba meia boca.
Tudo ia se resolver e nunca mais eu iria comer um sanduba que não estivesse do jeito certo.
Falou que ia dar uma “incerta” na loja. Perguntou o horário que eu estive lá, para saber qual era a “equipe” que estava lá.
Acho que cabeças vão rolar...

Achei o máximo!

Você, meu caro e quase inexistente leitor, aprenda a lição que este velho ranzinza aprendeu hoje: “escreveu e não leu, É ANALFABETO!!!”
Reclame.

Às vezes, funciona.

(Não deveríamos começar a reclamar de tudo o que não gostamos? Do serviço prestado pelos políticos, das operadoras de telefonia fixa e de celular, da tv a cabo, dos impostos...?)

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

"NO MEU TEMPO..."

Atire a primeira bengala, meu caro e quase inexistente leitor, aquele que, em razão do passar do tempo, não fica meio saudosista.

Sabe aquela coisa do “no meu tempo...”?
Você passa a se lembrar de coisas antigas, mas só do lado bom.
Exemplo?
Trabalhei, lá pelos idos de 1988, em uma cidade horrorosa. Era um terror trabalhar lá.
Mas, às vezes, já me pego com saudades de um “filé aos quatro queijos” que tinha no único restaurante da cidade...

É a vida.
Você fica velho e se esquece das coisas ruins.
Só ficam as boas lembranças.

Olha só: na época da faculdade, eu comia muito no centro de Sampa.
Além dos salgadinhos de uns botecos que tinha por lá, lembro, com saudades, de uns pratos e uns sandubas devorados no “Bar da Sogra”, feitos pelo “João Chapeiro”.
Eu chegava, sentava em um banquinho do balcão, e mandava:
- João, faz alguma coisa quente aí.
E o João, verdadeiro psicólogo culinário, fazia um bife com ovos, ou um bauru, ou alguma outra coisa que, SEMPRE, combinava com o meu estado de espírito.
Maravilha!!!

Mas, de vez em quando, pra variar, partia para um fast-food mais radical.
Na época, estava criando raízes o McDonalds e íamos, e eu e uns colegas da faculdade, a uma loja que tinha na R. São Bento.
Tempos de Big Mac na caixinha de isopor!!!



Outra opção fast-food era o Bob´s da R. Direita.
Lá, o negócio não era burguer.
Era o sanduíche de salada de frango...
Lembro que o pão de forma era tostado, ficando douradinho e crocante. Ficava durinho, contendo a salada no interior do sanduba com bastante honestidade e galhardia.
A salada em si, tinha muito frango desfiado.
Um pouco de alface, sequinho, um pouco de tomate, mais coca-cola e fritas e tínhamos um lanchinho bem bacana.

Ontem a noite fui ao shopping, ver o novo filme do “Sherlock Holmes” (EM TEMPO: gostei mais do primeiro...).
E passei no Bob´s. Pedi o tal sanduba de salada de frango.
Rapaz, que decepção...
O pão mole e “anêmico”, envolvia uma saladinha de frango (cadê o frango?) sem graça. O recheio escorria pelos meus dedos, já que o pão molenga e molhado pelo alface e pelo tomate, não conseguia contê-lo.
Para acompanhar, pedi uma saladinha. Que veio sem qualquer tempero. Nem sal tinha.
Só não tenho reclamações da coca-cola...

Fica a pergunta: o Bob´s está ruim mesmo ou minhas lembranças de antigamente é que estão velhas e gastas?

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

LEMBRANDO UM DOS MEUS ÍDOLOS LITERÁRIOS.

Legal quando dá pra somar uma das minhas manias (os canivetes) com um autor que respeito.




HOMENS DE CANIVETE


Fernando Sabino


Os homens, incidentemente, se dividem também em duas categorias: os que são e os que não são de canivete.

Eu, por mim, confesso que sou homem de canivete. Meu pai também era: tinha na gaveta da escrivaninha um canivete sempre à mão, um canivetinho alemão com inscrições de propaganda da Bayer. Não se tratava de arma de agressão, mas, ao contrário, destinava-se, como todo canivete, aos fins mais pacíficos que se pode imaginar: fazer ponta num lápis, descascar ma laranja, limpar as unhas.

É, aliás, o que sucede com todos os homens arrolados nesta categoria a que honrosamente me incluo – os homens de canivete: são pessoas de boa paz e que só lançariam mão dele como arma defensiva quando se fizesse absolutamente necessário.

Alegria de criança que não abandona o homem feito: a de ter um canivete. Era de se ver a excitação de com que meu filho de dez anos me pediu que não deixasse de lhe comprar um na Alemanha. É perigoso – advertem os mais velhos, cautelosos – cautela que não resiste à minha convicção de que o menino saberá lidar com ele como é mister, pois tudo faz crer que virá a ser, como o pai, um homem de canivete.

Os mineiros geralmente são. Quem descobriu isso, penso, foi o Otto, que não deixa de sê-lo, ainda que de chaveiro e, certamente, por atavismo – pois me lembro da primeira pergunta que lhe fez seu pai ao chegar um dia ao Rio:

- Você sabe onde fica uma boa cutelaria?

Sempre fui um grande frequentador de cutelarias. Quando o poeta Emílio Moura aparece pelo Rio, não deixo de acompanhá-lo a uma dessas casas para olhar uns canivetes – pois se trata de um dos mais autênticos homens de canivete que eu conheço, e dos de fumo-de-rolo. Entre meus amigos mais chegados, embora nem todos o confessem, muitos fazem parte dessa estranha confraria. Paulo Mendes Campos não esqueceu de recomendar-me determinada marca de canivete ao saber de minha viagem – e, se bem me lembro, seu pai é um dos infalíveis portadores de canivete que se tem notícia. Rubem Braga também deixou-se denunciar numa esplêndida crônica, “A Herança”, que pode ser lida em Borboleta Amarela, a respeito de um irmão que abria mão de tudo, mas reclamava do outro a posse de um canivete.

Alguns continuam sendo homens de canivete, mesmo que hajam perdido o seu ainda na infância. Aliás, os homens de canivete vivem a perdê-lo, não sei se pelo prazer de adquirir outro. Para identificá-lo, basta estender a mão e pedir: me empresta aí o seu canivete. Se se tratar de alguém que o seja, logo levará naturalmente a mão ao bolso e retirará o seu canivete. Foi o que fez Murilo Rubião, por exemplo, que é outro: ao chegar da Espanha, a primeira coisa que me exibiu foi seu belo canivete, adquirido em Sevilha.

Para terminar, digo que não há desdouro algum em não ser homem de canivete. Há homens de ferramenta, de isqueiro, de chaveiro e até de tesourinha. Graciliano Ramos não era homem de navalha? Homens de revólver é que não são uma categoria das que mais admiro: até parece que não são homens, para precisar de uma proteção que lhes poderia propiciar, em caso de necessidade, um simples canivete.




No natal deste ano, dei de presente para o meu filhote, um canivete.
É um canivete suíço, com lâmina arredondada, sem ponta.
Ele vivia me pedindo um "cartão" que tenho, que possui lâmina e outras coisas. Achei o canivete mais seguro.
Que ele faça bom uso.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

2.405 KM.


Esta foi a distância percorrida do dia 4 até dia 10 de janeiro.
Fomos de Guarulhos até a cidade do Foz do Iguaçu e voltamos.
De carro.
Eu dirigindo.
E foi muito bom !!!

Em primeiro lugar, aquilo lá é lindo demais.
Vale a visita. Quem nunca foi, VÁ.
Eu já estou na minha quinta ou sexta viagem (das quais umas 4 foram feitas de carro) e sempre me surpreendo.
É muito bonito.

A viagem é longa, mas as estradas são boas e com belas paisagens.
E se tiver a sorte que eu tenho de ter uma picape NISSAN FRONTIER, automática, com ar, direção, piloto automático, som, dvd e um motor diesel super potente (170 hp sem “pôneis malditos”), você vai se dar bem. 
Nem vai se cansar demais.
Você vai até o fim da Rodovia Castelo Branco, até Ourinho.
Ali, você vira pra esquerda e toca a descer para o sul.
Tome cuidado com as placas e as indicações do GPS, que às vezes não batem...

As estradas no Paraná são, na maioria do tempo, de pista simples.
Mas no geral, estão bem conservadas.
(Aliás você já viu PEDÁGIO em estrada de pista simples? Lá tem... E tem gente que reclama dos pedágios em São Paulo...)

Dormimos em Londrina, mais ou menos na metade do caminho e prosseguimos no dia seguinte.
Na volta, a mesma coisa.

Em Foz, ficamos no Hotel Rafain Convention Center.
É um hotel bem “turismo”, mas suficientemente confortável, com uma piscina, ar condicionado nos quartos (obviamente) e um restaurante surpreendentemente bom.

Teve uma visitinha a “Paris” (“Parisguai”), que está bem modificado...
As ruas ainda são nojentas, sujas, cheias de vendedores.
Mas tem um shopping, bem na entrada de Ciudad del Este que está muito bonito. Você nem se lembra que aquilo é Paraguai: só se fala em português e só tem preços em dólares.
Minha sugestão para evitar problemas: contrate um taxi para levar você até lá. Saí por R$ 120,00. E não tem dores de cabeça nem contra indicações.

Mas as cataratas são simplesmente o máximo.
No dia que fomos, sábado, estava simplesmente um horror de gente. LOTADO!!!
O que era pra ser um programa de uma manhã, virou programa de dia inteiro...
E o calor estava de doer.
Mas o parque está bonito e bem cuidado. Só falta um pouquinho mais de organização.
Mas foi ótimo.

E como pontificou, sabiamente, a Su: “todo mundo deveria ter o direito de, ao menos uma vez na vida, ver essa maravilha!”.

Assino embaixo.