domingo, 27 de maio de 2018

Ó DÚVIDA CRUEL...




MCeQIL, tenho uma dúvida.

Estamos voltando a IDADE MÉDIA ou estamos indo pro futuro do MAD MAX?

A história conta que, na idade média, não era incomum as pessoas nascerem, viverem e morrerem na mesma aldeia, sem nunca viajar para mais longe que alguns quilômetros de sua casa.
Os mais ricos (e somente os que eram realmente muito ricos...) ainda tinham cavalos e “carruagens” (sei lá como chama aquilo...) para se movimentar.
Mas, mesmo assim, os deslocamentos eram difíceis. Estradas ruins, salteadores (sempre quis usar essa palavra!!!), falta de lugar para repouso.
Era melhor ficar em casa mesmo.
Até mesmo as Cruzadas foram feita a pé!
Os cruzados, homens, mulheres, crianças e velhos, andaram da Europa até a “Terra Santa”!
Não era incomum esses grupos andarem até 30 quilômetros por dia!

(na verdade, isso aconteceu em toda a antiguidade. O homem só começa a se deslocar, em terra, com maior frequência, por maiores distancias, depois da invenção e "popularização" do trem...)

Do outro lado, no futuro apocalíptico de Mad Max (a trilogia original, não essa bobagem que é o Mad Max novo, que deveria se chamar “Mad Furiosa”...) a encrenca é a violência nas estradas, misturada com a falta de combustível e falta de energia em geral (no terceiro e mais “meloso” filme).

Já estamos, aqui em casa, olhando os ponteiros do combustível de nossos carros, pra ver com que carro da pra ir trabalhar, programando quem tem mais necessidade de ir de carro...
Um absurdo.

Mas, merecemos.

Um país imenso como este nosso, não pode ser tocado a caminhão.
Faltam ferrovias e vias fluviais, sabidamente muito mais eficientes para o transporte de cargas por longas distancias.
Vivemos a caminhão-dependência: caminhões movidos pelo caríssimo diesel, por estradas péssimas.

Aliás, é um paradoxo inexplicável: quase só nos movemos por ESTRADAS que, em sua maioria, são PÉSSIMAS.

Enfim.

Posso até não gostar, mas consigo ir trabalhar a pé.
Ainda tenho TV a cabo funcionando, internet funcionando, livros e mais livros a serem lidos.
Dá pra sobreviver, em casa, por algum tempo.

Mas, tomara que fique a lição: INFRAESTRUTURA JÁ.

segunda-feira, 21 de maio de 2018

"Itália Mia"




Algum dia, em algum lugar, li que alguém (teria sido Einstein?) estava chegando de viagem (ou partindo...) e tinha que responder a um formulário.
O "funça" perguntou nome, idade, endereço.
E perguntou “raça?”.
Nosso personagem pensou um pouco e respondeu: “Humana”.

Contei essa historinha, meio capenga, porque estive, eu e a Su, na sexta feira, em São Luiz do Paraitinga, no lançamento do livro “Itália Mia”, do mestre Emidio Luisi.
Fiz um curso com o Emidio, de “fotografia de espetáculo”.
Papo vai, papo vem, descobrimos que ambos temos raízes na nossa São Luiz: eu morei lá com um ano de idade, frequentei a cidade minha vida toda, meu pai comprou um sítio por lá, que hoje é meu e do meu irmão.

Ele tem uma filha morando lá, casada, salvo engano, com um luisense.
O certo é que no café de uma amiga comum, ele fez o lançamento do livro.
Como diz título, trata-se de imagens sobre a Itália. 
A Itália vista pelo olhar de um italiano, que mora no Brasil desde os 6 ou 7 anos de idade.

E você olhando as fotos da velha Itália, você vê, muitas vezes, São Paulo e São Luiz do Paraitinga.
A velhinha da capa do livro lembra algumas velhinhas que conheci em São Luiz, ao longo dos anos... A Vó Doca, a mãe da Fia, uma velhinha que um dia eu socorri na rua atras da matriz... entre outras.
Alguns objetos de cozinha, lembram objetos das cozinhas de São Luiz.
Alguns retratados, lembram retratados de São Luiz.
Algumas procissões e seus andores lembram as procissões e andores de São Luiz do Paraitinga.

Aí, conversando com o Negão dos Santos, gente fina, músico de primeiríssima, que também estava por lá, lembrei de outra coisa.
Em algum lugar, em algum dia, li que a música árabe é igualzinha a música nordestina.
Parece absurdo, mas é verdade!

Preste atenção para você ver.

O que no leva de volta ao início: somos, todos, da “raça humana”.
Somos mais iguais que diferente.
Sejamos árabes, nordestinos, luisenses ou italianos.
Ou paulistanos, quase guarulhenses, quase luisenses, quase jordanenses...

Valeu, Mestre Emidio.
Obrigado pelo convite do lançamento do livro.
Já tá na minha biblioteca.

E quem sabe um dia você não faça um livro da “Nossa São Luiz do Paraitinga”...



sexta-feira, 13 de abril de 2018

EU E AS BANCAS.





Como são as coisas...

Sempre gostei de BANCAS DE JORNAL.
Durante muito tempo, era o local onde eu ia buscar DIVERSÃO!!!
Ora, “nerdinho” (quando eu era criança não existia “nerd”. Mas eu não era estudioso suficiente para ser chamado de “CDF”) que sou, sempre li muito, começando pelas “revistinhas” (quando eu era criança, “história em quadrinhos” era “revistinha”) da turma da Disney, dos “manuais” da Disney, passando depois para os “super-heróis” (sempre gostei do “Homem-Aranha” e do “Batman” mais “sombrio” ...).


Mas não só.
Lembro de ir, a pé, da minha casa até uma banca grande que tinha na R. 7 de Setembro (estamos falando de Guarulhos), pra comprar, semanalmente, fascículos de “Os Bichos” e “Mitologia”.

Bom, mas sei que, hoje em dia, tinha uma banca grande, em uma praça perto de casa, daquelas que vendia gibis (outro sinônimo para “histórias em quadrinhos”), revistas, livros, água de coco, refri e sorvetes.
Essa banca foi “minguando”, até fechar.
Outro dia ela sumiu da praça.

Aí, tinha outra banca, em outra praça.
Passo na frente dessa “banca” (já explico as aspas que usei aqui) todo dia, quando saio de carro. É meu caminho natural.
Essa “banca” não vendia JORNAIS (e por isso as aspas!!!!).
Vendia livros usados, cds e dvds usados, fitas de VHS (o que?) e – PASMEM – aparelho de som antigos e tvs preto-e-branco!

Na verdade, acho que nunca parei pra olhar, com calma, o que vendia essa banca. Via os "produtos" pela janela do carro.
Mas devia ser de algum aposentado ou coisa assim, já quem nem todo dia a tal “banca” estava aberta.

Bom, sei que hoje, ao passar pela tal pracinha, tinha um caminhão da prefeitura parado ao lado da banca, um monte de gente com pedaços de ferro e até uma mulher com – acredite – um machado, abrindo a banca na marra.

Enquanto o farol estava fechado, vi que eles golpeavam a banca para, acredito, abri-la.
Saí de lá, sem saber o que aconteceria.
Mas imagino que a banca foi colocada abaixo.

Devia estar irregular naquele local.

Mas fica a pergunta: estarão acabando as BANCAS DE JORNAIS?

O que será das histórias em quadrinhos, das revistinhas e dos gibis?


Tá feia a coisa...

quarta-feira, 7 de março de 2018

XIIII!!!






Quando eu “era moleque” (essa frase é esquisita, não é?) era “meio aventureiro” (também ficou esquisito...).

Enfim, andava de bicicleta (tive uma lindíssima Caloi Sprint 10), andei de caiaque, fiz um curso de vela, mergulhei.
(Quis pilotar carros de corrida e tirar brevê, mais isso ficou só na vontade...)

Antes, ainda mais novo, ante a impossibilidade de comprar uma prancha de surf, fiz, com ajuda do meu pai, um “sonrisal”.
Era um pedaço de compensado, circular, que se jogava na beira da praia, pulava em cima e saia deslizando.

Era divertido.

Quando fiquei um pouco mais velho e tinha um pouco mais de grana, acabei comprando uma moto.
Honda XLX 350.
“Moto de cross” (ainda se fala assim?), preta e amarela.
Estava numa fase de “Rali Paris-Dakar”, querendo ser o novo Cyril Neveu.
Mas, rapidamente percebi que não seria um PILOTO de MotoCross... Era meio “covarde” naquele treco.
Mas dava umas voltinhas, andava por estradas de terra. Cheguei a ir pra Ubatuba com aquela coisa.
Até que um dia, no inverno (a moto “morava” em São Luiz do Paraitinga), resolvi dar uma volta. 
Todo paramentado: botas, jaqueta de couro, luvas, capacete.
Sai com a bichinha, andei 5 quilômetros e voltei.

Não aguentei o frio.


Rapidamente troquei a moto por um jipe. 

(Sou muito mais carro que moto.)

Um Willys, 1962 (você não leu errado: era um 1962!!!), branco, 6 cilindros.
Em um dos muitos mecânicos que ele passou, ganhou o apelido de “Gasparzinho”.
Foram uns 20 anos com ele.
Minha mãe chamava o coitadinho de “amante argentina”. O que eu gastei de dinheiro com ele, acho que dava pra comprar um carro novo.

Era divertido.

Capota conversível, barulhento, quente, só três marchas, a primeira “seca”, gastão, duro, freio de mão inexistente, difícil de dirigir (aquilo era coisa pra gente grande!), mas divertido.

Muito divertido.

Nunca fiz trilhas com ele.
Peguei muita estrada de terra, chuva, lama (moderada...). 
Reboquei muito carro com ele.
Uma vez reboquei um caminhão.

(Tenho um monte de histórias dele. Um dia eu conto.)

Enfim, depois de muito tempo, achei que estava de saco cheio dele e vendi. Com dor no coração.
Vendi pra um colega, que trocou o motor e, até hoje, faz trilhas radicais com o “Gaspar”, como ele chama.

Mas, uma vez jipeiro, sempre jipeiro.

Tive uns 4x4 depois.
Uma “Pajerinho” e uma picape Nissan Frontier.
Mas não era a mesma coisa.

Fiquei “paquerando” (parece que o verbo “paquerar” não existe mais hoje em dia. Não se tem “paquera”: tem-se “crush”. O verbo será “crushar”?) jipes na internet.
Procurei uns Land Rover usados pra comprar. Tudo muito caro.

Aí, resolvi despirocar: comprei um jipe Troller, zero, vermelho.
Diesel, 5 cilindros, modernoso, ar condicionado, direção hidráulica, cd player, bancos de couro.
Só não comprei com câmbio automático porque não tem. Vou ter que reaprender a usar o câmbio manual. Acho que consigo.
Afinal, posso ter o “vírus do jipismo”, mas to ficando véio.
Preciso de um jipinho confortável. Apesar que “jipe confortável” é uma contradição em termos.

Ainda não peguei o jipinho. Devo pegar amanhã. Ia ser hoje, mas o motoqueiro que estava levando o documento caiu e se arrebentou.
Assim disse o vendedor...

Estou moderadamente ansioso.

Sei que é um sorvedouro de dinheiro. IPVA, seguro, manutenção e até estacionamento.

Mas, MCeQIL, eu trabalho pra que?

Estou em pleno trabalho de convencimento, visando levar a Su para algumas aventuras moderadas, com a desculpa de fotografar.

Afinal, estradas de terras e paisagens rurais sempre dão boas fotos.

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

O PARADOXO DA CONDIÇÃO HUMANA




MCeQIL, esse título pomposo, pedante e pernóstico foi de propósito: para chamar a atenção.

Li em algum lugar o seguinte: o homem inventa coisas, máquinas e mais máquinas, para ter menos trabalho nas tarefas enfadonhas do dia-a-dia.
Mas, para comprar essas coisas modernas, ele precisa trabalhar mais.
Ou seja: para trabalhar MENOS, o cara precisa trabalhar MAIS para comprar as máquinas que o ajudarão trabalhar MENOS.

E esse é o paradoxo.

Veja o meu caso.
Gosto de livros, música, fotografia, carros e viagens.
Mas, para poder ter isso, preciso trabalhar. Geralmente muito.
E enquanto estou trabalhando, não estou lendo os livros que eu gosto, ouvindo as músicas que quero ouvir (tá, isso não é totalmente verdade, já que trabalho com o som ligado...), não estou fotografando, não estou dirigindo sem destino e não estou viajando.

Ok”, dirá você, MCeQIL, “mas porque não optou por trabalhar com literatura, com música, com fotografia, como taxista ou como guia turístico?”.

Bom, preciso trabalhar para comprar mais livros, melhores aparelhos de som, atualizar meu equipamento fotográfico, manter meus carros andando e, nas férias, viajar.

E, na verdade, adoro o que faço da vida.
Trabalho, confesso, com gosto.

E não sou escritor, não sou músico, não tenho saco pra aguentar cliente e, viajar, hoje em dia, só com conforto...

Enfim, tenho que trabalhar, pra fazer o que eu gosto quando não estou trabalhando.
Entendeu?


Mas ando cansado.
Tá complicado levar a vidinha.
Então, vou trabalhar, pra poder, daqui a pouco, deixar de trabalhar.
Se a política deixar.



AINDA BEM QUE TEM UMA PESCARIA AMAZÔNICA 
POR ANO.

(PQP, MAIS TRABALHO A VISTA, PRA PODER IR PESCAR!!!)


quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

QUEM GOSTA?




Ontem “o pau comeu na casa do Noca”.

Depois de ouvir uma história cabeluda, em que uma “professora” colocou algo (que alguns dizem ser “música”) chamado “De onde veio esse tiro” (ou coisa parecida) para uns aluninhos ouvirem (ou verem o vídeo), surgiu a discussão: enquanto eu defendo, ardentemente, que não existe nada pior que “funk nacional”, a Su acredita, piamente, que, por ser “dançante”, se você sublimar a letra, o “funk” seria menos pior que “sofrência”.
(e olha que nem incluímos o “rap” na discussão!)

Mas, o certo é que depois de acusações de “você não soube me amar” e tapas e beijos, além da ameaça de ir dormir na praça, tudo terminou em xaxado.
Ainda bem.


Mas fiquei pensando.

Não gostar da música “da moda”, é coisa de mãe e pai.
E de velho.


Minha mãe, meu pai (talvez um pouco menos) e a Vó Cotinha não suportavam as “minhas” músicas.
E olha que estamos falando da “era disco”, de Queen, David Bowie, Supertramp além de toda uma geração do chamado “rock nacional”!!!

Eu, hoje, não suporto o que essa criançada ouve.
Tá, sou velho.

Mas, na boa: aquilo não é muito ruim mesmo?
Ou só eu acho?

Discuto muito com a Su o seguinte: continuamos, hoje, a escutar aquela musica “antiga” do nosso tempo.
E, em geral, aquela música CONTINUA BOA.
O que as nossas “crianças” de hoje irão ouvir, quando elas ficarem velhas como eu?

A música ficou ruim e descartável.
Ninguém dura mais que um disco (disco? Coisa antiga...).
A música e o artista são de uma “estação”.
O sucesso deste “verão” não irá tocar no “verão” que vem, sendo gloriosa e impiedosamente esquecido.

Ora, dirão os “politicamente corretos”, isso é “arte popular”! Você não gosta porque você é “elite”!

Sorry, mas não gosto PORQUE É RUIM.

No meu tempo” (expressão mais velha que eu), o "popular" era o forró de Luiz Gonzaga; era o brega do Wando; letras de duplo sentido do Genival Lacerda, sempre de “olho na butique dela”; era a “secretária da beira cais” de alguém que já não lembro o nome.
Não dá pra falar que o Velho Lua era ruim.
E se o brega não fez minha cabeça, fez a de muita gente, tanto que é lembrado até hoje...

Outra coisa que não entendo:
Sempre ouvi rádio.
Ouço até hoje.
Na memória dos rádios dos carros tenho a Nova Brasil, Alpha, Antena Um, Band Vale e até a Rádio Rock.
Tudo emissora "de velho".

MAS ONDE ESSA MOLECADA ESCUTA ESSAS BOBAGENS QUE ELES GOSTAM?
Não vejo ninguém ouvindo rádio!
De onde eles conhecem isso?
Do Faustão? Do “seu” Silvio?
Ninguém tem tv paga em casa?

Sei lá, MCeQIL.


É o fim dos tempos... (outra expressão velha...)

sábado, 6 de janeiro de 2018

FELIZ ANO NOVO!!!!




2018!!!!

Rapaz... como o tempo passa...
Alguém disse que o tempo passa a incrível velocidade de 60 minutos por hora.
Verdade.

Falando em piadinhas, a melhor que ouvi nos últimos dias foi: “da minha meta de perder 6 quilos em 2017, agora só faltam 8”.
Tá.

Mas falando levemente sério, se 2017 foi esquisito, 2018 pode ser ainda pior.
Teremos copa e eleição.
A possibilidade de dar M.... nos dois eventos é grande.

Faz tempo que não ligo pra “seleção brasileira”, formada sempre por jogadores que não jogam por aqui.

Mas a eleição me da medo.
Continua, o "Desdedado", a se achar a última bolacha do pacotinho.
Ele e os comparsas, acreditam, sinceramente, que vão poder continuar a esfolar este país. 
Impunemente.
Cabe a todos nós dizer que não.

Enfim.

Vou perder 8 quilos (pra começar!!!).
Vou voltar a escrever com frequência no blog (Tá.).
Vou fotografar mais ( o estúdio vai bombar!!! Uhuuu!!!!).
Vou trabalhar menos (Se dependesse só de mim...).
Vou ler mais livros (Se dependesse só de mim...).
Vou ver mais filmes (Se dependesse só de mim...).
Vou, religiosamente, ao menos um fim de semana por mês pra Campos (Se dependesse só de mim...).
Vou votar correta e conscientemente.
Vou viajar mais (Se dependesse só de mim...).
Vou fazer um chek-up (Duvido...)
Vou ser mais paciente (quá, quá, quá... duvido...)
Vou ser menos sedentário (Bebi... não acredito que falei isso...).
Vou conhecer mais restaurantes (Xiii... isso vai contra a primeira intenção?).
Vou arrumar desculpa pra fazer um “porco no rolete” no sítio (Xiii... isso vai contra a primeira intenção?) (Na verdade já achei a desculpa, mas não vou contar...)
Vou pescar (Xiii... isso vai contra a primeira intenção?)
Vou perder menos festas (Xiii... isso vai contra a primeira intenção?)
Vou a mais shows no Bourbon Street (Xiii... isso vai contra a primeira intenção?).
Vou sair conversar mais com meus amigos (Xiii... isso vai contra a primeira intenção?)
Vou organizar mais e melhores “happy hours” (Xiii... isso vai contra a primeira intenção?).

Enfim, vou ter um monte de boas intenções, que não serão cumpridas.
Parte por minha culpa, parte porque vou culpar os outros por não ter cumprido.
Como todo mundo...
Mas, faz parte de iniciar um ano novo.


Bom, FELIZ 2018!!!

(Ninguém colabora com as minhas boas intenções...

AINDA BEM!!!!)